Max e a Solidão

      O ano era 1959, numa rua muito escura que provavelmente seria a rua mais escura da cidade lá está à casa de número 80 que era a casa de Max. Ele era um alguém solitário, triste e abatido. Vivia uma vida sorumbática e sem sentido. Nunca teve filhos, nem esposas. Apesar disso, ele sempre estava em sua sala de estar escrevendo mais uma carta em sua velha e empoeirada máquina de escrever. Ele sempre parecia muito agitado ao escrever suas cartas, talvez ele precisasse entrega-las o mais rápido possível e provavelmente a pessoa que iria receber seria uma pessoa muito especial, afinal Max não tinha amigos e muito menos parentes. Então para quem ele poderia estar escrevendo? 

     Muitas vezes Max parecia meio triste, porque sua casa não era das mais bonitas (até porque ele morava na rua mais escura da cidade). Sua casa tinha rachaduras no teto, cadeiras quase quebradas e tapetes velhos e rasgados. Max vivia muito triste e solitário dentro de sua velha casa que só lhe ajudava ainda mais a sua tristeza interior, uma vez que, olhar para a aparência de sua casa lhe dava uma aflição muito grande.

   Então, todas as vezes que ele se sentia triste o seu único consolo era escrever cartas na sua máquina de escrever, pois só assim ele conseguia deixar a vida triste de lado e viver uma nova vida através das coisas que ele escrevia em suas cartas.

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